domingo, 21 de março de 2010

Da falta que me fazem...

Ontem marquei com uma amiga que não via há anos. Apesar de nos falarmos sempre por e-mail e telefone, fazia muito tempo que não a via pessoalmente. Foi tão bom! Ela continua igualzinho ao tempo da faculdade. O que me pergunto e este post é por causa disto, é porque não nos vemos com mais frequencia, se a gente mora em bairros vizinhos? Por que demoramos tanto tempo pra matar saudades, conversar, rir, nos distrair... Não acho desculpa o fato de trabalhar muito ou de ter casado. Fins de semana existem pra isso. Amigos eu sempre tive desde a infância, fiz ótimos na adolescência, mas intrigante pensar que nenhum deles convive comigo. Não tenho contato direto com mais nenhum amigo. Encontro por acaso nos shoppings da vida,  na internet às vezes. Trombamos por aí, nos abraçamos, resumimos anos de vida em 5 minutos de conversa. Há uns 15 dias encontrei minha melhor amiga do segundo grau. Fiquei tão feliz, tão eufórica! Ela estava com um bebê no colo. Quase cai pra trás quando ela disse que era a filhinha dela... E eu nem soube que esteve grávida. Deu uma dor no peito pensar que convivi diariamente 4 anos com ela e hoje não sei nem onde ela mora. Não tenho amigos pra sair ou pra conversar. Nenhum me acompanhou... Mas eu acho que a culpa é muito mais minha do que de qualquer um deles. Por causa da minha criação acho que restringi minhas amizades ao acaso. Hoje, adulta, sinto falta. Queria ter alguém (ou vários) pra poder sair de vez em quando e conversar besteiras que a gente só fala pra AMIGOS MESMO. Foi muito legal rever minhas amigas. A de ontem foi única com quem mative laços após a faculdade. Vou tentar não perdê-la de vista novamente...

1 comentários:

Andrezza de Oliveira disse...

"Tu te tornas eternamente responsavel por aquilo que cativas". Pode passar anos mas quando a raiz da amizade é verdadeira ela durará por longos anos... A ausência faz parte e outros amigos virão... mas os velhos amigos sempre serão os novos e para sempre!! bjos